ÔNIBUS PARA ACREÚNA

Localização

Acreúna se encontra em uma posição geográfica privilegiada, cortada pela rodovia radial 060, Brasília-Acre (Rio Branco), a uma distância de 143km de Goiânia e a 343km de Brasília. Sua população é estimada em 21.549 habitantes segundo dados do IBGE 2014.

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Sobre Acreúna

Manoel Pires de Moraes chegou ao município de Alemão (hoje Palmeiras de Goiás) no inicio do século e foi o primeiro fazendeiro a aportar nessas terras. Logo apos da sua chegada, chegaram Josefina Carolina Arantes, Olímpio de Almeida, Valeriano Leão e o coronel Félix Arantes.

Com a chegada dos pioneiros, várias fazendas acabaram sendo formadas, a principal delas foi a Fazenda Grande da Posse, Comprida e São Felipe. Nessa Os pioneiros enfrentavam vários problemas, sendo um dos principais os atinentes ao seu próprio abastecimento, que era feito em Itumbiara ou Palmeiras de Goiás, usando-se carros de bois que caminhava.

A primeira evidência de progresso surgiu com a abertura da estrada Goiânia-Rio Verde, promovida por Pedro Ludovico Teixeira. Essa estrada passava a 20 quilômetros das fazendas e era de péssima qualidade. Faleceu nesta época, o primeiro habitante Manoel Pires de Moraes, e a Fazenda Grande passou para seu filho, Leonardo Pires Martins.

Até fins dos anos 50, toda a vasta região entre Paraúna, Jandaia, Rio Verde e Santa Helena de Goiás estava 1. Em suas inúmeras lagoas e várzeas revoavam uma infinidade de pássaros aquáticos, completando o espetáculo multicolorido da natureza. Banhando essas terras, vamos encontrar, de um lado, o Rio Turvo, descendo mansamente com suas águas escuras, e do outro, o Rio Verdão, rolando suas águas prateadas até se encontrarem, bem mais abaixo, no Rio dos Bois.

Em março de 1956, sobrevoando a região em voo Goiânia/Rio Verde, pela extinta Companhia de Aviação Nacional, o passageiro Benedicto Arystogogo de Mello, emudecido, extasiava-se com este bucólico cenáro.

Em 1961, define-se o traçado da futura Rodovia Brasília-Acre, e Arystogogo (que na época residia em Rio Verde), em companhia do Dr. Clayton Leão (então promotor de Justiça de Rio Verde) e do fiscal estadual Jeová Pires Sardinha, conseguiu chegar até a presença do proprietário das terras, o Sr. Leonardo Pires Martins, vindo a negociar com ele, adquirindo uma gleba de terras de 32 (trinta e dois) alqueires, denominada Fazenda Veredão, às margens da rodovia em construção, pela importância de NCr$ 640,00 (seiscentos e quarenta cruzeiros novos), dinheiro conseguido através de um adiantamento na Indústria de Móveis Testa, da qual era empregado.

Ele que já trazia do passado a experiência de “fazedor” de cidades: em 1953, adquiriu 15 alqueires de terras na prefeitura de Santa Helena, abriu-o em loteamento com o nome de Vila Brasil. Em 1954, comprou outra gleba, 15 alqueires, à margem direita do Rio Cabeleira. Meio de áreas férteis, bem servido de água e conformação geográfica adequada à vida urbana. Loteou-a com o nome de Riverlândia, situada a 65km de Rio Verde, no entroncamento da rodovia Sul-Goiana com a de Quirinópolis, município de Rio Verde, hoje levada à condição de distrito. Tanto o primeiro quanto este foi o Dr. Mosconi, engenheiro italiano residente em Jataá, que fez os serviços técnicos: planejamento, demarcação e levantamento topográfico. A Vila Brasil transformou-se em cidade, incorporando-se ao centro e Riverlândia foi sacrificada com a mudança da rodovia, que se transformou na BR-452.

De sua capacidade visionária, Benedicto encontra na terra a concretização dos sonhos. Acorda de si para o futuro, para a eternização de sua audácia.

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